segunda-feira, 18 de julho de 2011

Convite> Sarau em homenagem a Hilda Hilst

Prezados associados,
Repassamos o convite para o sarau desta semana.
 
Segue convite para o sarau Aos Mestres com Carinho, proposta integrante do projeto Quarta tem Sarau no Quarto, coordenado por Renato de Mattos Motta, Benedito Saldanha, Angélica Rizzi e Cristina Macedo, sendo esta a organizadora do sarau do convite em anexo. Cada um dos poetas citados é responsável pela programação de um sarau mensal, sempre às quartas-feiras, no quarto andar do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo. E, os saraus da Cris sempre homenageiam algum poeta consagrado, de modo que, nesta quarta, dia 20 de julho, às 19h, a noite será dedicada à Hilda Hilst, com leitura de poemas a ser feita pela Cristina Macedo e por mim, que sou sua convidada.
 
Att.,
Daniela Damaris Neu
Revisora de Textos e Mestranda em Teoria da Literatura PUCRS.
www.artedepoetizar.blogspot.com



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Escritório: Rua Gen. Andrade Neves, 100, 5º andar – Centro – Porto Alegre/RS
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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Oportunidade para PCD Senac-RS - Área: Inteligência de Mercado/Aux. Adm. I

Oportunidade Senac-RS – Núcleo de Negócios

Área: Inteligência de Mercado

Cargo: Auxiliar Administrativo I

 Vaga preferencialmente para PCD

Formação: Ensino Médio Completo, preferencialmente com Superior em Andamento;

Atribuições: Elaborar pesquisas, estudos e análises de mercado. Produzir e analisar relatórios, apoiando na emissão de pareceres a fim de subsidiar tomada de decisão nas Unidades do Senac-RS;

Requisitos: Word, Excel e Internet, desejável conhecimento em Pesquisa de Mercado e Planejamento;

Benefícios: Vale Transporte, Vale Alimentação, Assistência Médica Unimed e Auxílio Educação;

Horário: 8h/dia de segunda a sexta;

Local: Centro – Porto Alegre.

Interessados devem enviar CV até dia 20/07/2011 com pretensão salarial para

sbpetersen@senacrs.com.br
 


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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Mensagem de congratulações

Renato Santana, parabéns pela formatura em Direito e pelo 10 na defesa do TCC!

TÍTULO DA MONOGRAFIA: CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS ACERCA DA INCONSTITUCIONALIDADE DOS PRIVILÉGIOS ASSEGURADOS NA SÚMULA 377 DO S.T.J.

Em 08 de julho de 2011, o associado da ACERGS Osiris Renato Sant'Ana da Rosa defendeu monografia, apresentada ao Centro Universitário Ritter dos Reis, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Direito, alcançando nota máxima.

Renato Sant'Ana (como é conhecido entre nós) realizou um estudo a respeito da súmula em que o Superior Tribunal de Justiça - atropelando a Constituição - coloca as pessoas com visão monocular no rol dos deficientes.

Em seu estudo, Renato constrói um conceito de deficiência, examina a questão das ações afirmativas, localiza o debate na perspectiva do Estado Democrático de Direito e, havendo estabelecido um lastro teórico, examina criticamente a decisão do STJ, provando a sua inconstitucionalidade.

Seu estudo, que foi além do que se exige num trabalho de graduação, mereceu o reconhecimento mais elogioso da banca examinadora, que atribuiu nota 10 (dez) ao trabalho.

ACERGS/ ASSOCIAÇÃO DE CEGOS DO RIO GRANDE DO SUL sente-se orgulhosa e partilha com toda sociedade, amigos, associados e colaboradores, este feito, ao mesmo tempo que  parabeniza nosso associado e companheiro de luta de direitos.

A DIRETORIA

 

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Doenças podem levar à perda da visão na idade adulta

Notícias

Saúde  |  11/07/2011 12h59min

Doenças podem levar à perda da visão na idade adulta

Psicóloga diz que quando a pessoa fica cega depois de haver enxergado por anos, é necessário dar um novo sentido à vida




Márcia Dorigatti  |  marcia.dorigatti@pioneiro.com

As luzes se apagam, o mundo fica sem cor. De repente, a escuridão toma conta de sua vida e o diagnóstico médico informa: você não poderá mais enxergar. Desespero, angústia, revolta, vontade de não viver mais. Após ter desfrutado da visão durante anos, por alguma doença ou acidente você se vê forçado a experimentar a difícil perda de um dos sentidos mais importantes da vida.

Assim aconteceu com a estudante Fabiane da Silva Alves, 31 anos, que herdou a miopia do pai. Ela conta que sofre com a doença desde criança. Tudo se agravou depois de sofrer um acidente doméstico e ter deslocamento de retina. Fabiane lembra que, a partir daí, a mãe passou a lhe ajudar a cuidar dos seus três filhos. Quando ficou totalmente cega, o mais novo tinha apenas dois anos.

— Minha maior preocupação é que os meus dois filhos mais velhos já têm a doença — conta.

Para o oftalmologista especialista em visão subnormal e estrabismo Fausto Stangler, a visão é muito mais do que a impressão geral de enxergar letras pequenas no consultório. Ela é o sentido mais complexo do organismo.

— O sistema visual pode ser comparado a uma máquina, resumido em três componentes principais, análogos a um sistema de filmadora (o olho) ligada por um cabo (o nervo óptico) ao monitor (o cérebro). Uma falha em qualquer um dos componentes pode comprometer o resultado final — explica Stangler, médico do Centro de Reabilitação Visual do Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre.

Conforme a assistente social do Instituto da Audiovisão (Inav) Katia Pasquali Dosso, quanto mais cedo a família procurar atendimento em uma entidade especializada, melhor. Os institutos oferecem oportunidades de educação, habilitação e reabilitação visando à inclusão de pessoas surdocegas, cegas ou com baixa visão, associadas ou não a outras deficiências, sem limite de idade.

— Os adolescentes e adultos participam de um grupo de apoio no qual trocam experiências. Isso ajuda no processo de convivência com a deficiência — complementa Katia.

Há quase dois anos como instrutor de informática, Édson Dávila de Miranda, 18, já foi aluno do Inav e hoje ensina o que aprendeu a outros deficientes visuais. Ele conta que já nasceu com glaucoma congênito no olho esquerdo, mas com 12 anos perdeu totalmente a visão nos dois olhos.

— O importante é não se deixar abater. Tenho uma vida normal, viajo, estudo, trabalho e vou a festas — conta.

"Hoje enxergo com o coração"

Josué João Machado, 58 anos, casado há 34 com Aurea e pai de três filhos, sempre teve problemas com miopia. Mas a falta de visão se agravou em 2003, quando viajava com a família para a praia. Ele estava dirigindo, tentou ultrapassar um carro e teve que desistir porque sentiu que algo estava diferente.

— Conforme os médicos me explicaram, além das complicações com alto grau de miopia, também tenho uma degeneração de retina com a visão periférica — diz.

Machado conta que continuou trabalhando com processamento de dados e dirigindo até 2005, depois não foi mais possível. Mesmo procurando dirigir somente durante o dia, a perda da visão se agravou.

— Depois de 33 anos de trabalho, em 2007 me aposentei por invalidez. Mas a gente vai se adaptando e busquei vários especialistas. No Banco de Olhos de Porto Alegre, me indicaram um recurso monocular, que é uma espécie de telescópio adaptado a um óculos, para que eu possa pelo menos ver TV, além de uma lupa que uso para leitura. Mas num jogo de futebol na televisão, não enxergo a bola — explica.

Recentemente, Machado foi a São Paulo e se ofereceu para participar de uma experiência com células-tronco que seria o tratamento definitivo para o seu problema.

— O que tiro de bom em função da minha perda é que estou tendo tempo de fazer coisas que não fazia antes. Fui em busca de meditação espiritual e estou me dedicando ao violão, que não tocava desde os 15 anos — afirma.

Machado diz que hoje enxerga com o coração e dá valor à família, que sempre lhe apoiou, e aos seus cães.

— Antes achava ridículo ver aquelas pessoas passeando com os seus cachorros e hoje tenho a companhia deles para ir até a rua — comenta.

Orientação

A psicóloga Joselaine de Barros trabalha há dois anos com cegos na Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Visuais (Apadev). Ela acredita que quando a cegueira acontece na fase adulta, a pessoa tem que dar um novo significado à vida.

— Depende de cada caso, pois tem familiares que entendem, outros acham que o deficiente visual se torna um peso em sua vida. Outros ainda pensam que ao irem a uma instituição, terão um tratamento mágico e que a doença pode ser revertida. A gente sabe que não é bem assim e tenta orientar o cego e a família para aceitarem e terem independência para fazer as suas coisas — analisa.

Prevenção

Oftalmologista há 18 anos, Marcelo Paglioli explica as causas mais comuns que podem levar à deficiência visual.

:: Quais são as principais causas de cegueira?
Marcelo Paglioli: No adulto, a catarata, considerada a maior causa de cegueira no mundo, o glaucoma, que pode destruir o nervo óptico, o diabetes, que afeta os vasos sanguíneos do olho, e a degeneração macular relacionada à idade. Outras incluem traumatismos, descolamento de retina, infecções, tumores e hipertensão arterial. Já nas crianças, a deficiência visual é causada por anomalias do desenvolvimento, infecções transplacentárias e neonatais, como por exemplo a toxoplasmose, a rubéola e a sífilis.

:: A perda da visão é mais comum em homens ou mulheres? Tem alguma faixa etária específica?
Paglioli: A perda da visão na degeneração macular, área central da retina na qual a pessoa enxerga melhor, é mais comum nas mulheres com prevalência na terceira idade. Dentre os fatores de risco, a idade após os 40 anos é mais frequente e aumenta em até seis vezes se você tiver mais de 60 anos. A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a causa mais comum de cegueira irreversível no Ocidente. Cerca de 10% das pessoas entre 65 e 74 anos e aproximadamente 30% dos maiores de 75 anos são afetados em alguma extensão pela DMRI. Essa doença afeta a retina na região com maior capacidade visual.

:: A cegueira pode ser hereditária?
Paglioli: A mãe pode transmitir ao feto através da toxoplasmose, que pode levar à cegueira. Outras doenças genéticas, como a retinose pigmentar, também podem levar à perda da visão na vida adulta.

:: Uma pessoa que está perdendo a visão pode recuperá-la?
Paglioli: Essa pessoa deve procurar imediatamente seu médico para tratar as doenças que são passíveis de tratamento, como o glaucoma, a diabete e a catarata. A prevenção é sempre o melhor caminho, através de consultas periódicas. Quando não há mais tratamento, como no caso de lesões do nervo óptico pelo glaucoma ou retinopatia diabética não tratada, as pessoas devem ser encaminhadas a centros especializados no auxílio à readaptação do dia a dia sem visão.

PIONEIRO
Porthus                     Junior / Agencia RBS

Josué João Machado, 58 anos, se adaptou à perda de visão com telescópio e lupa
Foto:  Porthus Junior  /  Agencia RBS




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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Deficientes visuais comemoram início da audiodescrição na TV (Jornal do Comércio, 11 de julho)

26 Jornal do Comércio - Porto Alegre - Segunda-feira,11 de julho de 2011.

Geral
Cidadania

Deficientes visuais comemoram início da audiodescrição na TV

O início da audiodescrição na TV aberta com sinal digital, em 1 de julho, está sendo comemorado pelos mais de 16 milhões de brasileiros com deficiência visual. As emissoras de TV com sinal aberto e já licenciadas para transmitir com sinal digital terão de exibir pelo menos duas horas semanais de produções adaptadas para o público com alguma deficiência visual ou intelectual. O recurso é um grande auxílio na hora de assistir a um programa: enquanto as imagens são exibidas na tela, uma voz narra tudo o que é mostrado, com riquezas de detalhes na descrição. A chamada audiodescrição permite que quem não enxerga possa acompanhar as cenas sem diálogos ou textos de qualquer programa. Feita por especialistas, a narração detalhando o que se passa na tela será disponibilizada em um canal de áudio secundário, por meio da função SAP.

O recurso, que é comum em outros países e já vem sendo utilizado em espetáculos teatrais, cinemas, óperas, exposições e eventos esportivos, garantirá a uma parcela significativa da população brasileira a compreensão integral de um programa de TV. O objetivo é dar a maioria de informações possíveis – desde a ação que está acontecendo até detalhes da fotografia, cores e texturas. Tudo para que os portadores de deficiência visual possam ter uma experiência mais completa diante da tela.

Além da audiodescrição, os programas transmitidos em outros idiomas, como filmes estrangeiros, terão que ser integralmente adaptados, com a dublagem das conversas ou da voz do narrador. As legendas ocultas que já são usadas para permitir que deficientes auditivos acompanhem os programas continuarão sendo obrigatórias. Gilberto Kemer, vice-presidente da Acergs (Associação dos Cegos do Rio Grande do Sul), só tem motivos para celebrar a nova lei. Cego total, ele acredita que a audiodescrição proporcionará uma maior noção do que acontece na televisão. "Na TV, todas as áreas são abordadas. Até hoje, não era possível aproveitar o veículo da melhor forma possível, mesmo com as formas que já existiam. Agora tudo vai mudar", diz com otimismo.

Segundo o vice-presidente, a "maioria esmagadora" dos cegos necessita de audiodescrição para assistir televisão. A felicidade e a sensação de mudança são latentes, principalmente pela oportunidade de poder acompanhar programas nunca antes vistos, como as telenovelas, filmes e programas esportivos. O SBT anunciou que o famoso seriado "Chaves" será um dos programas adaptados, além da edição de sábado do Jornal SBT Manhã. O descumprimento da norma do Ministério da Comunicação acarretará multa e sanções.

A audiodescrição é o único recurso de acessibilidade que ainda não havia entrado em vigor. Já estão funcionando a legenda oculta e a dublagem. Todos os recursos foram estipulados pela Norma Complementar nº 1/2006 – recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência, na programação veiculada nos serviços de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de televisão.

Em maio de 2010, a Portaria nº 188 do Ministério das Comunicações detalhou os prazos e o cronograma para a implantação da medida. As emissoras já licenciadas para transmitir com tecnologia digital tiveram o prazo de um ano para se preparar para o início da veiculação. A quantidade de programação semanal audiodescrita vai aumentando gradativamente, até chegar a 20 horas de programação na semana em um prazo de dez anos.

Segundo o Ministério das Comunicações, o sistema digital de televisão já está presente em cerca de 425 cidades, com transmissão para 89,5 milhões de pessoas. No caso das emissoras que ainda não têm licença para transmitir o sinal digital, os prazos passam a valer a partir da data da expedição da licença.

 

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Divulgação: Concurso Literário A Parábola do Filho Pródigo


Concurso Literário "A Parábola do Filho Pródigo"

 

Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições do concurso literário "A Parábola do Filho Pródigo" (Lucas 15.11-32). Organizado pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), a terceira edição do Prêmio Literário tem como objetivo premiar textos inéditos, escritos em língua portuguesa, impressos em tinta ou em braile, que destaquem o texto bíblico da Parábola do Filho Pródigo.

 

Os candidatos poderão concorrer em uma ou nas duas categorias estabelecidas: Contos e Poesias. Cada modalidade, por sua vez, é dividida por faixa etária: até 14 anos e acima de 15 anos.

Para participar do concurso, o autor deve ter como base a passagem sobre "A Parábola do Filho Pródigo". O referido trecho bíblico (Lucas 15.11-32) pode ser adquirido gratuitamente pelo telefone 0800-727-8888 ou acessado aqui (saiba mais também no regulamento logo abaixo).

As inscrições (baixe sua ficha), juntamente com a entrega dos textos, podem ser feitas pessoalmente ou por correio, nos seguintes locais: na Sede Nacional da SBB, no Museu da Bíblia, ambos em Barueri (SP), ou na Secretaria Regional de São Paulo da entidade, na capital paulista.

As obras literárias vencedoras serão escolhidas por uma comissão julgadora de profissionais selecionados pela organização do evento. Os critérios de avaliação compreenderão fidelidade ao tema, criatividade, originalidade, ortografia, uso correto da linguagem e qualidade de conteúdo. A cerimônia de premiação se dará em 22 de outubro no Museu da Bíblia. Os três primeiros colocados de cada categoria e faixa etária serão agraciados com medalhas e kits de publicações variadas, além de troféus para os campeões.

Conheça, a seguir, o regulamento na íntegra e confira os endereços para fazer a inscrição. Mais informações sobre o concurso literário poderão ser obtidas através do 0800-727-8888, ou pelo e-mail acaosocial@sbb.org.br.

 

Regulamento: Concurso Literário A Parábola do Filho Pródigo

Artigo 1º O Concurso Literário A Parábola do Filho Pródigo será organizado pela Sociedade Bíblica do Brasil.

§ 1º O concurso tem como objetivo destacar a conhecida passagem bíblica sobre A Parábola do Filho Pródigo.
§ 2º Para participar do concurso, o autor deve ter como texto-base "A Parábola do Filho Pródigo" (Lucas 15 : 11-32). Este texto pode ser adquirido gratuitamente da seguinte forma:
- Para pessoas com deficiência visual: Deve fazer seu cadastro no programa "A Bíblia para pessoas com deficiência" da Sociedade Bíblica do Brasil, por meio do site www.sbb.org.br ou pelo 0800-727-8888. Você receberá o texto em braile e impresso em tinta. Caso já seja cadastrado neste programa e ainda não recebeu o texto, entre em contato no mesmo número e faça sua solicitação.
- Para videntes (pessoas que enxergam): Entrar em contato pelo 0800-727-8888 e solicitar o texto em tinta.
 

Artigo 2º O Prêmio Literário A Parábola do Filho Pródigo consistirá em concurso de Contos e Poesias, subdividindo-se em duas categorias:

§ 1º Autores com idade igual ou superior a 15 anos
§ 2º Autores com idade de até 14 anos completos (na data da inscrição)

Artigo 3º O concurso é aberto a autores deficientes visuais ou não.

Artigo 4º Os autores com idade inferior a 18 anos deverão ser representados por seus pais ou representantes legais no ato da inscrição, mediante a exibição de comprovante de idade.

Artigo 5º No ato da inscrição, os trabalhos deverão ser entregues e, com esta atitude, os autores concordarão implicitamente com as normas do concurso, inclusive concedendo à Sociedade Bíblica do Brasil o direito de publicação dos trabalhos e assumindo total responsabilidade por plágio, cópia indevida e demais crimes previstos na lei.

Artigo 6º Os autores poderão inscrever-se simultaneamente, nas duas modalidades: Contos e Poesias, com no máximo 01 (um) trabalho em cada modalidade.

Artigo 7º Os textos deverão ser redigidos em língua portuguesa, em tinta ou braile, o que não impede a utilização de termos estrangeiros.

Artigo 8º Na modalidade Poesias, serão admitidas no máximo 3 (três) páginas em tinta, ou 6 (seis) páginas em braile para cada obra inscrita. Deverá ser entregue apenas 1 (uma) cópia de cada trabalho.

§1º Os trabalhos em tinta deverão ser entregues em papel branco, formato A-4 (210mm x 297mm), digitados em corpo 14, fonte Arial ou Times New Roman, usando apenas um lado da folha.
§ 2º Os trabalhos em Braile deverão ser entregues em papel com gramatura 20 ou 40 g/m².
§ 3º As obras deverão conter somente título e o texto.
§ 4º A ficha de inscrição deverá ser devidamente preenchida exclusivamente em tinta e enviada juntamente com o trabalho em braile ou em tinta. Nesta ficha de inscrição deverão constar dados completos do autor e, quando menor de 18 anos, também os dados do seu representante legal: nome, endereço, telefone, número da cédula de identidade, número do CPF, e-mail, idade, título das obras e pseudônimo do autor.

Artigo 9º Na modalidade Contos, cada autor da categoria maior de 15 anos poderá inscrever apenas 1 (uma) obra que contenha no máximo 5 (cinco) páginas em tinta, ou 10 (dez) páginas em braile para cada obra inscrita. E cada autor menor de 14 anos poderá inscrever apenas 1 (uma) obra que contenha no máximo 3 (três) páginas em tinta, ou 6 (seis) páginas em Braile.

§1º Os trabalhos em tinta deverão ser entregues em papel branco, formato A-4 (210 mm x 297mm), digitados em corpo 14, fonte Arial ou Times New Roman, usando apenas um lado da folha.
§ 2º Os trabalhos em Braile deverão ser entregues em papel com gramatura 20 ou 40 g/m².
§ 3º As obras deverão conter somente título e texto.
§ 4º A ficha de inscrição deverá ser devidamente preenchida exclusivamente em tinta e enviada juntamente com o trabalho em braile ou em tinta. Nesta ficha de inscrição deverão constar dados completos do autor e, quando menor de 18 anos, também os dados do seu representante legal: nome, endereço, telefone, número da cédula de identidade, número do CPF, e-mail, idade, título das obras e pseudônimo do autor.

Artigo 10º As inscrições se iniciaram em 15 de maio de 2011 e se encerrarão em 31 de agosto de 2011, devendo ser feitas pessoalmente ou por correio nos seguintes endereços:
1) Sociedade Bíblica do Brasil – Av. Ceci, 706 – Tamboré – Barueri, SP – CEP 06460-120
2) Secretaria Regional da Sociedade Bíblica do Brasil em São Paulo – Av. Tiradentes, 1441 – Ponte Pequena – São Paulo – SP – CEP 01102-010
3) Museu da Bíblia – Av. Sebastião Davino dos Reis, 672 – Vila Porto – Barueri, SP – CEP 06414-007

§1º A (s) obra (s) inscrita (s) e a ficha de inscrição que contém os dados do autor deverão ser acondicionados num envelope.
§2º No envelope deverá constar a observação "III Concurso Literário da Sociedade Bíblica do Brasil – Parábola do Filho Pródigo".

Artigo 11º Em data prevista para outubro de 2011, a organização divulgará os vencedores de cada modalidade e categoria.

Artigo 12º A classificação final será comunicada pela imprensa local, contato telefônico, sendo ainda disponibilizada no site: www.sbb.org.br.

Artigo 13º As obras inscritas não serão devolvidas pela organização.

Artigo 14º Os casos omissos serão resolvidos conforme entendimento da Comissão Organizadora.

Artigo 15º A decisão da Comissão Julgadora é irrecorrível.

Artigo 16º À Comissão Organizadora, fica reservado o direito de não conceder, no todo ou em parte, as premiações aludidas neste concurso, seja em função do número de inscrições e ou pelo nível qualitativo dos textos apresentados.

I – Datas importantes
Dia 25/05/2011: Início das inscrições
Dia 31/08/2011: Término das inscrições
Dia 22/10/2011: Premiação no Museu da Bíblia em Barueri/SP, a partir das 9h.

II – Da Premiação


• Categoria autores com idade igual ou superior a 15 anos
Conto:
-1º lugar: Troféu, medalha e um kit contendo publicações e brindes.
-2º e 3º lugares: medalha e um kit contendo publicações.

Poesia:
-1º lugar: Troféu, medalha e um kit contendo publicações e brindes.
-2º e 3º lugares: medalha e um kit contendo publicações.

 

• Categoria autores de até 14 anos completos (na data da inscrição)
Conto:
-1º lugar: Troféu, medalha e um kit contendo publicações e brindes.
-2º e 3º lugares: medalha e um kit contendo publicações.

Poesia:
-1º lugar: Troféu, medalha e um kit contendo publicações e brindes.
-2º e 3º lugares: medalha e um kit contendo publicações. 



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